Ingleses “atacam” avançados
O Arsenal continua de olho em Rodrigo, o West Ham entra em cena por Lima. A imprensa inglesa dá conta do interesse destes clubes e coloca a Premier League na rota de possíveis destinos para os dois avançados do Benfica no final da época.
Noticia o site TalkSport que Arsene Wenger se prepara para reacender o interesse em Rodrigo. O treinador do Arsenal fez algumas abordagens durante a última janela de transferências para perceber a situação do hispano-brasileiro e continua atento às exibições do jogador que ganhou algum protagonismo com a ausência forçada de Cardozo, devido a lesão.
Em janeiro, Rodrigo foi apontado como alvo de Inter, Zenit e Atlético Madrid, porém, o Benfica acabou por vender, por 30 milhões de euros, a totalidade do passe do jogador ao fundo Meriton Capital Limited, liderado pelo milionário de Singapura Peter Lim que tem relacionamento próximo com o empresário Jorge Mendes.
Lima prioritário para Allardyce
Também em Inglaterra faz-se eco do interesse do West Ham em Lima. Uma fonte próxima do clube garantiu ao site Football Direct News que o número 11 das águias aparece como alvo prioritário para o treinador Sam Allardyce.
«Neste momento, percebe-se que Sam quer contratar Lima ao Benfica. É um jogador que está em forma e numa idade em que o Benfica pode pensar que não terá muitas oportunidades para lucrar com ele. Veremos o que acontece e se conseguimos um bom negócio.»
A mesma fonte assegura que o clube tem enviado emissários para observar o desempenho do brasileiro e que é praticamente certa uma proposta no final da época.
sábado, 1 de março de 2014
Águias sobem ao 6.º lugar do ranking da UEFA
Águias sobem ao 6.º lugar do ranking da UEFA
ULTRAPASSAM ARSENAL NA TABELA
O Benfica ascendeu à sexta posição do ranking da UEFA, resultante da última atualização dos coeficientes do organismo europeu, conhecido esta sexta-feira. As águias somam agora 114.793 pontos (16.3166 esta temporada) tendo relegado o Arsenal, de Inglaterra, para o sétimo posto. À sua frente estão apenas Barcelona, Bayern, Real Madrid, Chelsea e Man. United, por esta ordem.
Já o FC Porto subiu para o 10.º posto, com 98.793 pontos ao passo que o Sporting caiu uma posição, para 33.º (57.793).
O Sp. Braga é 38.º, com 52.293 pontos, seguindo-se Marítimo em 101.º (18.293), com V. Guimarães e Nacional no 106.º (17.293).
Defesas: Um talismã chamado Sílvio
Defesas: Um talismã chamado Sílvio
DEFENSOR DO BENFICA SÓ PERDEU UMA VEZ EM 13/14
Dos nomes que ficaram de fora dos convocados de Paulo Bento para o encontro particular com os Camarões, destacam-se várias ausências, mas o do benfiquista Sílvio merece a nossa análise. Titular em quatro encontros neste mês, o lateral venceu todos os encontros e é mesmo aquele que tem melhor percentagem de triunfos nas contas globais, com 81,25%, fruto de 13 vitórias em 16 jogos.
Um outro Caniggia poderá vestir camisola encarnada
Um outro Caniggia poderá vestir camisola encarnada
CANADIANOS APONTAM CANIGGIA "GINOLA" ELVA
O nome Caniggia "Ginola" Elva despertou a curiosidade de muitos amantes do futebol, depois de se saber que este jovem médio ofensivo canadiano, de 17 anos, estava a prestar provas no Arsenal. Naturalmente, o próprio nome do jogador chama à atenção e agora até passa a ter uma segunda ligação ao Benfica.
Além de ter como primeiro nome o apelido do argentino que em 1994/95 jogou na Luz, o jovem médio é agora apontado pela imprensa canadiana ao clube lisboeta. A informação é avançada pelo Calgary Sun, jornal da cidade de onde Caniggia "Ginola" Elva é natural e de onde é originário o clube com quem tem contrato, o Calgary Southwest United.
Por agora, no entanto, o jovem pretende continuar a mostrar-se no Arsenal, onde há dois dias teve a possibilidade de se cruzar com vários jogadores da equipa principal.
Benfica paga 913 mil euros por direitos de Fehér
Benfica paga 913 mil euros por direitos de Fehér
DADO REVELADO NO RELATÓRIO E CONTAS
O FC Porto informa no Relatório e Contas, enviado sexta-feira à noite, à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM)que recebeu em fevereiro deste ano 913.655 relativos aos direitos de Miklos Fehér, que em 2002 trocou o clube portista pelas águias
"Na sequência da execução da decisão arbitral proferida pela Comissão Arbitral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, FCP SAD recebeu do SLB SAD, em Fevereiro de 2014, o valorde 913.655 euros relativo a um processo judicial intentado pela FCP SAD contra o SLB SAD em 2002, decorrente da contratação pelo SLB do jogador Miklos Fehér", pode ler-se no documento.
Fehér faleceu a 25 de janeiro de 2004 no decorrer do V. Guimarães-Benfica devido a uma paragem cardiorrespiratória. Desde essa data a camisola 29 (número do húngaro) foi retirada e não voltou a ser utilizada.
Sete regressos frente ao Belenenses
Sete regressos frente ao Belenenses
Depois de ter rodado boa parte da equipa frente ao PAOK, à imagem do que já fizera na primeira mão, em Salónica, Jorge Jesus prepara-se para, frente ao Belenenses, no Estádio do Restelo, amanhã, voltar a apostar naquele que tem sido o onze-tipo na Liga, em condições normais, ou seja, sem lesões e castigos.
Apesar da boa resposta que tem sido dada pelos jogadores habitualmente menos utilizados, os quais continuarão a ter oportunidades no futuro, face à necessária gestão física do grupo nas várias frentes, a verdade é que o treinador encarnado de 59 anos tem um plano A definido para os jogos do Campeonato, prova prioritária, e pretende continuar a segui-lo.
Assim, perspetivam-se, amanhã, sete regressos à equipa inicial, nos diferentes setores da equipa, com Oblak a substituir Artur na baliza, Siqueira a entrar para o lugar de Sílvio no lado esquerdo da defesa, Fejsa e Enzo Pérez a formarem a dupla de meio-campo em detrimento de Rúben Amorim e André Gomes, Markovic a entrar para o lugar de Salvio e Rodrigo e Lima a comandarem, lá na frente, o assalto ao Restelo, em vez de Djuricic e Cardozo.
Quase na máxima força
O Benfica está, neste momento, praticamente na máxima força, existindo apenas reservas em relação à condição física de Jardel, na sequência do violento choque com Enzo Pérez, frente ao V. Guimarães, que levou o central brasileiro a ser suturado com vários pontos na testa e a ficar afastado da partida com o PAOK - em condições normais Jesus teria feito descansar Luisão ou Garay, lançando precisamente Jardel.
Há, depois, os casos de Salvio e Cardozo, ambos já clinicamente aptos mas que ainda procuram a melhor forma, depois de longas paragens, sobretudo no caso do argentino.
Depois de ter rodado boa parte da equipa frente ao PAOK, à imagem do que já fizera na primeira mão, em Salónica, Jorge Jesus prepara-se para, frente ao Belenenses, no Estádio do Restelo, amanhã, voltar a apostar naquele que tem sido o onze-tipo na Liga, em condições normais, ou seja, sem lesões e castigos.
Apesar da boa resposta que tem sido dada pelos jogadores habitualmente menos utilizados, os quais continuarão a ter oportunidades no futuro, face à necessária gestão física do grupo nas várias frentes, a verdade é que o treinador encarnado de 59 anos tem um plano A definido para os jogos do Campeonato, prova prioritária, e pretende continuar a segui-lo.
Assim, perspetivam-se, amanhã, sete regressos à equipa inicial, nos diferentes setores da equipa, com Oblak a substituir Artur na baliza, Siqueira a entrar para o lugar de Sílvio no lado esquerdo da defesa, Fejsa e Enzo Pérez a formarem a dupla de meio-campo em detrimento de Rúben Amorim e André Gomes, Markovic a entrar para o lugar de Salvio e Rodrigo e Lima a comandarem, lá na frente, o assalto ao Restelo, em vez de Djuricic e Cardozo.
Quase na máxima força
O Benfica está, neste momento, praticamente na máxima força, existindo apenas reservas em relação à condição física de Jardel, na sequência do violento choque com Enzo Pérez, frente ao V. Guimarães, que levou o central brasileiro a ser suturado com vários pontos na testa e a ficar afastado da partida com o PAOK - em condições normais Jesus teria feito descansar Luisão ou Garay, lançando precisamente Jardel.
Há, depois, os casos de Salvio e Cardozo, ambos já clinicamente aptos mas que ainda procuram a melhor forma, depois de longas paragens, sobretudo no caso do argentino.
Águias com capitais próprios negativos de 39 milhões de euros
Águias com capitais próprios negativos de 39 milhões de euros
RESULTADO NEGATIVO DE 16 MILHÕES NO SEMESTRE
O Benfica registou um resultado líquido consolidado do 1.º semestre de 2013/2014 de 15,9 milhões de euros negativos, em boa parte devido à transferências de jogadores, que redundou num impacto negativo comparativamente com o valor positivo de 25,2 milhões de euros registado no período homólogo de 2012/2013. Refira-se que as vendas de Matic ao Chelsea e de André Gomes a um fundo não estão contabilizadas neste relatório.
No que respeita aos rendimentos operacionais consolidados - excluindo-se aqui as transações de futebolistas -, os mesmos atingiram os 50,7 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 14,3% face ao período homólogo, em boa parte devido ao aumento das receitas de televisão. A Benfica TV, no entanto, contribuiu sobremaneira para um acréscimo de 25,4% nos gastos operacionais, para perto dos 50 milhões de euros (variação justificada pelo impacto de 5 milhões com a inclusão da Benfica TV no perímetro de consolidação da Benfica SAD), assim como o de 3,7 milhões ocorrido nos gastos com pessoal da Benfica SAD, nomeadamente o aumento da massa salarial do futebol profissional.
O activo consolidado da Benfica SAD ascende agora a 410,8 milhões de euros, o que corresponde a um decréscimo de 1,4% face ao valor de 416,7 milhões de euros verificado a 30 de Junho de 2013. Já o passivo consolidado equivale a cerca de 449,8 milhões de euros, tendo ocorrido um aumento de 2,1%. Desta forma, os capitais próprios consolidados a 31 de Dezembro de 2013 são negativos em 38,9 milhões de euros, em boa parte devido ao resultado líquido obtido no semestre.
Jesus espera grande final de época de Salvio
Jesus espera grande final de época de Salvio
ARGENTINO É TRUNFO PARA A FASE DECISIVA
O regresso de Salvio à competição, após meio ano de ausência, mereceu forte aplauso de Jesus. Convocado para o encontro que as águias realizaram em Salonica, Jesus não escondeu o entusiasmo por poder contar com um dos pilares do Benfica.
“Estou satisfeitíssimo”, foi a expressão usada na véspera da primeira mão dos 16 avos-de-final da Liga Europa. Depois de acentuar as características únicas do internacional argentino, Jesus disse esperar muito dele na fase final da época. “Este é o primeiro passo para um final de época de acordo com a qualidade que ele tem”, advogou, então.
Um ataque de luxo
JESUS TEM TODOS OS ATACANTES ÀS ORDENS
Um ataque de luxo. Jorge Jesus tem todos os elementos atacantes disponíveis para abordar o ciclo competitivo que se inicia amanhã, no encontro com o Belenenses. São seis jogadores que correm por quatro lugares. Isto sem esquecer Djuricic e Sulejmani.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Mário Coluna o nosso grande Capitão
Decorreu esta manhã o funeral de Coluna. O antigo capitão do Benfica foi hoje a enterrrar em Maputo. Na última homenagem a Coluna esteve Armando Guebuza, o presidente de Moçambique, e Luís Felipe Vieira, em representação do Benfica.
O velório iniciou-se às 10 horas (menos duas em Lisboa) e terminou duas horas depois, seguindo, depois, o cortejo fúnebre para o Cemitério da Lhanguene.
Além de Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, marcaram também presença os campeões europeus pelo Benfica, António Simões, Fernando Cruz, José Augusto e Mário João, não esquecendo Humberto Coelho, vice-presidente da FPF.
O antigo internacional português, 78 anos, estava internado desde domingo no Instituto do Coração, na capital moçambicana.
Além de Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, marcaram também presença os campeões europeus pelo Benfica, António Simões, Fernando Cruz, José Augusto e Mário João, não esquecendo Humberto Coelho, vice-presidente da FPF.
O antigo internacional português, 78 anos, estava internado desde domingo no Instituto do Coração, na capital moçambicana.
«Coluna projetou o Benfica, Portugal e Moçambique» – Vieira
O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, marcou presença no funeral de Mário Coluna em Maputo e reconheceu que o «monstro sagrado» foi um dos maiores símbolos de sempre do clube e que nunca será esquecido pelos portugueses e pelos moçambicanos.
«Não é fácil dizer adeus a alguém a quem a vida consagrou entre os maiores, alguém cujo percurso de vida é único e cujo lugar irá perdurar muito além. Dizem que quando nascemos, nascemos todos iguais, mentira. Mário Coluna nasceu diferente, melhor, foi sempre um génio que projetou o Benfica, Portugal e Moçambique para uma dimensão mundial. Ele não é apenas património do Benfica, mas do futebol», afirmou Luís Filipe Vieira.
O presidente do Benfica prosseguiu nos elogios ao trabalho desenvolvido pelo «monstro sagrado».
«Mário Coluna também é património de Portugal e Moçambique e fez a ponte entre os dois países. Ele nunca renunciou as suas raízes e ganhou admiração daqueles que o viram jogar e respeito de todos que não o viram jogar. Todos sabem que foi um dos maiores talentos da sua geração. Obrigado Coluna.»
«Não é fácil dizer adeus a alguém a quem a vida consagrou entre os maiores, alguém cujo percurso de vida é único e cujo lugar irá perdurar muito além. Dizem que quando nascemos, nascemos todos iguais, mentira. Mário Coluna nasceu diferente, melhor, foi sempre um génio que projetou o Benfica, Portugal e Moçambique para uma dimensão mundial. Ele não é apenas património do Benfica, mas do futebol», afirmou Luís Filipe Vieira.
O presidente do Benfica prosseguiu nos elogios ao trabalho desenvolvido pelo «monstro sagrado».
«Mário Coluna também é património de Portugal e Moçambique e fez a ponte entre os dois países. Ele nunca renunciou as suas raízes e ganhou admiração daqueles que o viram jogar e respeito de todos que não o viram jogar. Todos sabem que foi um dos maiores talentos da sua geração. Obrigado Coluna.»
Marco Paulo: a relação entre FC Porto e Benfica
Marco Paulo: a relação entre FC Porto e Benfica
Belenenses empatou em casa frente ao campeão e no domingo vai receber o líder.
Em novembro do ano passado, na nona jornada da I Liga, o Belenenses empatou em casa frente ao FC Porto (1-1). No próximo domingo os lisboetas recebem o vizinho Benfica e o seu treinador espera que o resultado conseguido frente ao campeão seja uma inspiração.
"O jogo que fizemos com o FC Porto será um exemplo", disse Marco Paulo, que nesta sexta-feira deixou a sua antevisão ao Belenenses-Benfica, que começa às 17 horas de domingo.
O treinador não escondeu que a equipa do Restelo vai estar mais preocupada em defender do que em atacar: "Sabemos que não vamos estar muito tempo no meio campo adversário e seremos obrigados a ter as linhas mais recuadas".
Marco Paulo espera um Benfica "mais forte, tendo em conta os jogadores que jogaram na quinta-feira", fazendo referência à rodagem de jogadores que Jorge Jesus voltou a realizar no duelo com o PAOK, a contar para a Liga Europa.
Tiago Silva, Jorge Rojas, Miguel Rosa e Deyverson têm, ou tiveram, ligações ao clube da Luz, e por isso, terão uma "motivação extra" para este jogo, acredita o líder do Belenenses.
Águias perseguem recorde com quase 35 anos
Águias perseguem recorde com quase 35 anos
Desde o minuto 37 do duelo Benfica-PSG, quando Cavani fez o 0-1 num jogo que terminaria com a vitória encarnada por 2-1, que as águias não sofrem um golo no Estádio da Luz, num percurso que se prolongou pelos jogos com oGil Vicente (5-0), FC Porto (2-0), Leixões (2-0), Marítimo (2-0), Gil Vicente (1-0), Sporting (2-0) e V. Guimarães (1-0) e poderá ter continuidade já hoje, na recepção ao PAOK Salónica.
Neste momento, os encarnados já não sofrem golos há 683 minutos, estando a precisamente 263 minutos do seu recorde absoluto sem sofrer golos em casa, que o jornal "A Bola" lembra que se trata de 946 minutos, obtido entre as temporadas 1968/69 e 1969/70, ou seja, culminado há quase 35 anos.
Faltam três jogos para o recorde cair
Desde esse recorde, já várias vezes os encarnados obtiveram registos de respeito e superiores ao actual, mais concretamente em 1985/86 (918 minutos); 1992/93 (865); 1966/67 (857); 1971/72 (834); 1972/73-1973/74 (728); e 1988/89-1989/90 (696).
Ainda assim, se as águias conseguirem manter a baliza inviolada no jogo de hoje com o PAOK, na recepção ao Estoril para a Liga e nos primeiros 84 minutos do encontro seguinte da Liga Europa, conseguem suplantar todos esses registos e assegurar o primeiro lugar do ranking.
Águia está há um ano a marcar em Portugal
O 3-0 ao PAOK Salónica representou o apuramento do Benfica para os oitavos de final da Liga Europa e, também, o prolongar de uma fantástica série de jogos consecutivos sempre a marcar em solo nacional, sendo que, neste momento, essa já ascende a 46 partidas.
De facto, tal como lembra hoje o jornal "Record", o último jogo em que o Benfica não marcou qualquer golo em Portugal foi a 27 de Fevereiro do ano transacto, quando empatou (0-0), em Braga, em jogo de uma meia-final da Taça da Liga, que haveria de perder nas grandes penalidades.
46 jogos em duas épocas e cinco competições
Desde esse jogo com os arsenalistas, o Benfica jamais voltou a ficar em branco nos 46 jogos seguintes que foram disputados no nosso país, tendo sido 15 deles ainda na temporada transacta e 31 deles já na actual campanha.
Em termos de competições, esses 46 encontros dividem-se da seguinte forma: 30 para o campeonato nacional, seis para a Taça de Portugal, quatro para a Liga Europa, três para a Liga dos Campeões e três para a Taça da Liga. Impressionante.
De facto, tal como lembra hoje o jornal "Record", o último jogo em que o Benfica não marcou qualquer golo em Portugal foi a 27 de Fevereiro do ano transacto, quando empatou (0-0), em Braga, em jogo de uma meia-final da Taça da Liga, que haveria de perder nas grandes penalidades.
46 jogos em duas épocas e cinco competições
Desde esse jogo com os arsenalistas, o Benfica jamais voltou a ficar em branco nos 46 jogos seguintes que foram disputados no nosso país, tendo sido 15 deles ainda na temporada transacta e 31 deles já na actual campanha.
Em termos de competições, esses 46 encontros dividem-se da seguinte forma: 30 para o campeonato nacional, seis para a Taça de Portugal, quatro para a Liga Europa, três para a Liga dos Campeões e três para a Taça da Liga. Impressionante.
Águia lidera também nas multas
Águia lidera também nas multas
Além de liderar de forma isolada o campeonato nacional, o Benfica também é o líder na bem menos agradável lista de multas, tendo pago, até ao momento, quase 100 mil euros em multas, mais concretamente 99.012,80 euros, sendo que a maior fatia desse valor é devido ao comportamento incorrecto dos adeptos ( 90.041,80).
Curiosamente, pelo que se pode perceber pela lista hoje publicada pelo jornal "Record", os encarnados já pagaram quase tanto dinheiro como o Sporting e o FC Porto, juntos, uma vez que os leões ficam-se pelos 63.530 euros de multas e os dragões não passam dos 36.047. Ou seja, em conjunto, Sporting e FC Porto pagaram 99.577 euros à Liga.
Gil Vicente lidera nos cartões
Dos "três grandes", o Sporting é o clube que gasta mais dinheiro devido aos cartões que os seus jogadores recebem (3.392 euros), superiorizando-se ao FC Porto (3.299) e Benfica (2.816). Ainda assim, entre todos os clubes da Liga, esse "ranking" é claramente liderado pelo Gil Vicente, que já pagou 5.280 euros.
Entre os jogadores que mais multas tiveram de pagar, a lista é liderada por Luís Martins (1.056 euros), do Gil Vicente, surgindo depois o internacional argelino Halliche (1.036), da Académica, e Cédric Soares (846), do Sporting; Quanto aos treinadores, Jorge Jesus, do Benfica, lidera o "ranking" com 5.355 euros, seguido de Sérgio Conceição (1.530), da Académica, e Nuno Espírito Santo (287), do Rio Ave.
Por fim, analisando as coimas individuais aos dirigentes, percebe-se que nenhum dos "três grandes" encontra-se no top 3 de uma lista liderada por Carlos Pinho (383 euros), do Arouca, e secundada por Carlos Barbosa (230) eRui Seabra (230), do Paços de Ferreira.
Além de liderar de forma isolada o campeonato nacional, o Benfica também é o líder na bem menos agradável lista de multas, tendo pago, até ao momento, quase 100 mil euros em multas, mais concretamente 99.012,80 euros, sendo que a maior fatia desse valor é devido ao comportamento incorrecto dos adeptos ( 90.041,80).
Curiosamente, pelo que se pode perceber pela lista hoje publicada pelo jornal "Record", os encarnados já pagaram quase tanto dinheiro como o Sporting e o FC Porto, juntos, uma vez que os leões ficam-se pelos 63.530 euros de multas e os dragões não passam dos 36.047. Ou seja, em conjunto, Sporting e FC Porto pagaram 99.577 euros à Liga.
Gil Vicente lidera nos cartões
Dos "três grandes", o Sporting é o clube que gasta mais dinheiro devido aos cartões que os seus jogadores recebem (3.392 euros), superiorizando-se ao FC Porto (3.299) e Benfica (2.816). Ainda assim, entre todos os clubes da Liga, esse "ranking" é claramente liderado pelo Gil Vicente, que já pagou 5.280 euros.
Entre os jogadores que mais multas tiveram de pagar, a lista é liderada por Luís Martins (1.056 euros), do Gil Vicente, surgindo depois o internacional argelino Halliche (1.036), da Académica, e Cédric Soares (846), do Sporting; Quanto aos treinadores, Jorge Jesus, do Benfica, lidera o "ranking" com 5.355 euros, seguido de Sérgio Conceição (1.530), da Académica, e Nuno Espírito Santo (287), do Rio Ave.
Por fim, analisando as coimas individuais aos dirigentes, percebe-se que nenhum dos "três grandes" encontra-se no top 3 de uma lista liderada por Carlos Pinho (383 euros), do Arouca, e secundada por Carlos Barbosa (230) eRui Seabra (230), do Paços de Ferreira.
Curiosamente, pelo que se pode perceber pela lista hoje publicada pelo jornal "Record", os encarnados já pagaram quase tanto dinheiro como o Sporting e o FC Porto, juntos, uma vez que os leões ficam-se pelos 63.530 euros de multas e os dragões não passam dos 36.047. Ou seja, em conjunto, Sporting e FC Porto pagaram 99.577 euros à Liga.
Gil Vicente lidera nos cartões
Dos "três grandes", o Sporting é o clube que gasta mais dinheiro devido aos cartões que os seus jogadores recebem (3.392 euros), superiorizando-se ao FC Porto (3.299) e Benfica (2.816). Ainda assim, entre todos os clubes da Liga, esse "ranking" é claramente liderado pelo Gil Vicente, que já pagou 5.280 euros.
Entre os jogadores que mais multas tiveram de pagar, a lista é liderada por Luís Martins (1.056 euros), do Gil Vicente, surgindo depois o internacional argelino Halliche (1.036), da Académica, e Cédric Soares (846), do Sporting; Quanto aos treinadores, Jorge Jesus, do Benfica, lidera o "ranking" com 5.355 euros, seguido de Sérgio Conceição (1.530), da Académica, e Nuno Espírito Santo (287), do Rio Ave.
Por fim, analisando as coimas individuais aos dirigentes, percebe-se que nenhum dos "três grandes" encontra-se no top 3 de uma lista liderada por Carlos Pinho (383 euros), do Arouca, e secundada por Carlos Barbosa (230) eRui Seabra (230), do Paços de Ferreira.
Benfica e FC Porto já sabem as horas dos "oitavos"
Benfica e FC Porto já sabem as horas dos "oitavos"
LIGA EUROPAOitavos-de-final, 1ªMão
13 Março
FC Porto-Nápoles, 18h00
Tottenham-Benfica, 20h05
2ªMão20 Março
Benfica-Tottenham, 18h00
Nápoles-FC Porto, 20h05
Marco Paulo sobre receção ao Benfica: «Temos de jogar nos limites»
Marco Paulo sobre receção ao Benfica: «Temos de jogar nos limites»
Belenenses promete repetir estratégia usada frente ao FC Porto
O treinador Marco Paulo admitiu esta sexta-feira que só um Belenenses «muito concentrado e a jogar nos limites» poderá fazer frente ao líder Benfica, no encontro da 21.ª jornada da I Liga de futebol.
O técnico dos azuis, que falava na antevisão da partida com os encarnados, frisou a qualidade do adversário deste domingo, considerando que a formação do Restelo não poderá «cometer erros».
«Teremos de ter um espírito de grupo muito forte, boa organização e capacidade de sofrimento. O líder do campeonato é uma equipa muito forte. Tem 15 vitórias, quatro empates e uma derrota, o que demonstra bem a qualidade deles. Temos de estar muito concentrados, não cometer erros e jogar nos limites durante os 90 minutos», afirmou Marco Paulo, em conferência de imprensa.
De resto, para o treinador do Belenenses, a vantagem que as águias possuem sobre a concorrência é um claro indicador de que se trata da «equipa mais forte do campeonato», o que obrigará os azuis a uma estratégia de maior contenção.
«A estratégia será parecida com a que foi adotada no jogo com o FC Porto [1-1]. Vamos jogar com uma equipa mais forte e não vamos conseguir estar tanto tempo no meio-campo adversário, pelo que vamos ter de jogar com as linhas mais recuadas, porque o adversário irá obrigar a isso», antecipou.
Por outro lado, Marco Paulo prevê um Benfica «na máxima força», após «ter feito descansar os jogadores mais utilizados» na partida de quinta-feira, com o PAOK, em que garantiu o apuramento para os oitavos de final da Liga Europa com um triunfo por 3-0.
Já o médio Danielsson acredita que este será «um dos jogos mais difíceis» que o Belenenses terá pela frente, tendo em conta que irá defrontar «uma das melhores equipas europeias».
«O Benfica tem sido a melhor equipa da Liga e tem ganho os jogos em todas as competições. Por outro lado, jogamos em casa e acredito que teremos algumas chances, mas temos de estar a 100 por cento se quisermos conquistar pontos», sublinhou.
Apesar da posição complicada que o Belenenses ocupa na I Liga, o internacional islandês garantiu que os jogadores não entrarão em campo pressionados pela classificação.
«Depois deste jogo teremos de jogar com todos os adversários diretos. Conseguir pontos neste jogo será um bónus e será fácil motivar os jogadores, porque existe muito mediatismo nestes jogos. Temos uma oportunidade, mas não estamos preocupados com a luta pela manutenção», concluiu.
O Belenenses, 14.º classificado com 16 pontos, recebe o líder Benfica, com 49, no domingo, a partir das 17:00, num encontro que será dirigido pelo árbitro Jorge Ferreira, da Associação de Futebol de Braga.
Belenenses promete repetir estratégia usada frente ao FC Porto
O treinador Marco Paulo admitiu esta sexta-feira que só um Belenenses «muito concentrado e a jogar nos limites» poderá fazer frente ao líder Benfica, no encontro da 21.ª jornada da I Liga de futebol.
O técnico dos azuis, que falava na antevisão da partida com os encarnados, frisou a qualidade do adversário deste domingo, considerando que a formação do Restelo não poderá «cometer erros».
«Teremos de ter um espírito de grupo muito forte, boa organização e capacidade de sofrimento. O líder do campeonato é uma equipa muito forte. Tem 15 vitórias, quatro empates e uma derrota, o que demonstra bem a qualidade deles. Temos de estar muito concentrados, não cometer erros e jogar nos limites durante os 90 minutos», afirmou Marco Paulo, em conferência de imprensa.
De resto, para o treinador do Belenenses, a vantagem que as águias possuem sobre a concorrência é um claro indicador de que se trata da «equipa mais forte do campeonato», o que obrigará os azuis a uma estratégia de maior contenção.
«A estratégia será parecida com a que foi adotada no jogo com o FC Porto [1-1]. Vamos jogar com uma equipa mais forte e não vamos conseguir estar tanto tempo no meio-campo adversário, pelo que vamos ter de jogar com as linhas mais recuadas, porque o adversário irá obrigar a isso», antecipou.
Por outro lado, Marco Paulo prevê um Benfica «na máxima força», após «ter feito descansar os jogadores mais utilizados» na partida de quinta-feira, com o PAOK, em que garantiu o apuramento para os oitavos de final da Liga Europa com um triunfo por 3-0.
Já o médio Danielsson acredita que este será «um dos jogos mais difíceis» que o Belenenses terá pela frente, tendo em conta que irá defrontar «uma das melhores equipas europeias».
«O Benfica tem sido a melhor equipa da Liga e tem ganho os jogos em todas as competições. Por outro lado, jogamos em casa e acredito que teremos algumas chances, mas temos de estar a 100 por cento se quisermos conquistar pontos», sublinhou.
Apesar da posição complicada que o Belenenses ocupa na I Liga, o internacional islandês garantiu que os jogadores não entrarão em campo pressionados pela classificação.
«Depois deste jogo teremos de jogar com todos os adversários diretos. Conseguir pontos neste jogo será um bónus e será fácil motivar os jogadores, porque existe muito mediatismo nestes jogos. Temos uma oportunidade, mas não estamos preocupados com a luta pela manutenção», concluiu.
O Belenenses, 14.º classificado com 16 pontos, recebe o líder Benfica, com 49, no domingo, a partir das 17:00, num encontro que será dirigido pelo árbitro Jorge Ferreira, da Associação de Futebol de Braga.
Figo acredita em Benfica e FC Porto na Liga Europa
Figo acredita em Benfica e FC Porto na Liga Europa
Benfica e FC Porto apuraram-se para os oitavos de final da Liga Europa e Luís Figo acredita que podem ir ainda mais além. Recorde-se que os encarnados vão defrontar o Tottenham e os dragões o Nápoles.
«O Nápoles é uma equipa forte, que luta pelo título em Itália. Tem jogadores internacionais de muita qualidade, acho que toda a gente conhece o valor da equipa do Nápoles. E é um ambiente fantástico para quem tem oportunidade de jogar no estádio San Paolo. O Tottenham é outro estilo de futebol, mas está tudo em aberto e acho que tanto Benfica como FC Porto têm possibilidades de seguir em frente. Espero que seja assim», afirmou o antigo internacional português, à margem de uma iniciativa da Fundação para incentivar jovens a prosseguirem os estudos universitários.
Benfica e FC Porto apuraram-se para os oitavos de final da Liga Europa e Luís Figo acredita que podem ir ainda mais além. Recorde-se que os encarnados vão defrontar o Tottenham e os dragões o Nápoles.
«O Nápoles é uma equipa forte, que luta pelo título em Itália. Tem jogadores internacionais de muita qualidade, acho que toda a gente conhece o valor da equipa do Nápoles. E é um ambiente fantástico para quem tem oportunidade de jogar no estádio San Paolo. O Tottenham é outro estilo de futebol, mas está tudo em aberto e acho que tanto Benfica como FC Porto têm possibilidades de seguir em frente. Espero que seja assim», afirmou o antigo internacional português, à margem de uma iniciativa da Fundação para incentivar jovens a prosseguirem os estudos universitários.
Figo lança alerta a "perseguidores" do Benfica
Antigo internacional português e ex-jogador do Sporting comenta corrida pelo título nacional. Leão é "firme candidato", assinala.
Luís Figo sustentou, esta sexta-feira, a tese de que Sporting e FC Porto terão que intensificar a perseguição ao Benfica, que lidera o campeonato.
A vantagem encarnada sobre os leões é já de quatro pontos e, face aos dragões, a "janela" está já estabelecida em sete pontos.
"Há três equipas a lutar pelo título, o que é sempre bom para a competitividade e para as incertezas até ao final. O futebol é assim: cada ano há um que está melhor do que o outro e este ano não é diferente. Neste caso, o Benfica tem uma certa vantagem e os perseguidores têm de tentar diminuir essa vantagem para atingirem os seus objectivos", comentou o antigo capitão da Selecção Nacional, à margem de uma iniciativa da Fundação para incentivar jovens a prosseguirem os estudos universitários.
Quanto ao Sporting, clube no qual fez toda a formação e que representou como sénior, Figo insiste que os leões continuam a ser crónicos candidatos à conquista do campeonato.
"O Sporting é sempre candidato, depende depois do rendimento e dos resultados que possa ter durante o ano. Mas o Sporting, como uma das melhores equipas em Portugal, é sempre um dos firmes candidatos", completou.
Walter Acuña na mira das águias
Walter
Acuña na mira das águias
SEGUNDO AVANÇA A IMPRENSA ITALIANA
O Benfica está
interessado em Walter Acuña, avançado de 21 anos, do Rosario Central.
Segundo avança o site
TuttoMercatoWeb, o jogador, que já leva três golos em sete jogos pelo clube
argentino, terá sido observado pelos encarnados na última semana e está também
na mira de outros clubes, como o Parma.
A mesma fonte avança
ainda que Acuña está avaliado em dois milhões de euros.
Rui Gomes da Silva: «A nossa ideia foi trazer Béla Guttmann para o estádio»
Rui Gomes da Silva: «A nossa ideia foi trazer Béla Guttmann para o estádio»
RUI GOMES DA SILVA E A INAUGURAÇÃO DA ESTÁTUA
O Benfica "já não precisa de esperar mais 50 anos para ganhar uma taça europeia", depois do regresso do ex-técnico húngaro Béla Guttmann ao Estádio da Luz, agora personalizado numa estátua colocada no átrio da porta 18. A previsão foi avançada pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros húngaro, Zsolt Németh, durante uma cerimónia de homenagem ao ex-treinador benfiquista, vencedor da Taça dos Campeões Europeus nas épocas de 1960/61 e 1961/62, que juntou na Luz os vice-presidentes dos encarnados Rui Gomes da Silva e José Eduardo Moniz, o responsável do governo português pela área do Desporto, Emídio Guerreiro, e o embaixador da Hungria em Portugal, Norbert Konkoly.
A estátua, da autoria do escultor húngaro Szatmari Juhos Laszlo, mostra Béla Guttmann com uma Taça dos Campeões em cada braço e conta com uma das suas declarações emblemáticas, que foi reproduzida por Rui Gomes da Silva. "Só quem está cá dentro, no Benfica, é que pode saber o que é mística. Não há nenhum clube do Mundo com a mística igual à do Benfica", é a citação colocada na base da estátua, citada por Gomes da Silva, antes de recordar que as águias são o clube com mais sócios no Mundo inteiro. Numa breve intervenção, o governante húngaro disse não saber se a "maldição de Guttmann", segundo a qual o clube sem o seu contributo não venceria qualquer outra competição europeia durante 100 anos, é verdadeira ou falsa, embora prognosticando que não será, a partir de agora, necessário esperar mais 50 anos por um título europeu.
"A nossa ideia foi trazer outra vez Béla Guttmann para o estádio. Assim, e embora tenham passado já 50 anos, já não será preciso esperar mais 50 para ganhar outra taça europeia", ironizou o secretário de Estado da Hungria. Rui Gomes da Silva assegurou, contudo, que "não se trata de exorcizar nada nem ninguém", mas tão só de fazer "uma homenagem devida há pelo menos 30 anos", que "com muito orgulho" o clube decidiu fazer. Emídio Guerreiro, o secretário de Estado do Desporto, recordou o contributo "muito importante" do ex-técnico húngaro para a evolução do futebol português na década de 1960, não só para o Benfica, como também para a seleção.
O membro do governo convidou ainda o seu homólogo húngaro para assistir em maio a "esse grande evento" que será a final da Liga dos Campeões Europeus, no Estádio da Luz. Nascido a 13 de março de 1900, de origem judaica, Béla Guttmann foi jogador e treinador de futebol, tendo vencido, ao comando do Benfica, duas Taças dos Clubes Campeões Europeus, dois campeonatos nacionais e uma Taça de Portugal. O técnico húngaro, que é considerado responsável pela contratação de Eusébio, faleceu em agosto de 1981 na capital austríaca, Viena.
Béla Guttmann perpetuado na porta 18 do Estádio da Luz
Béla Guttmann perpetuado na porta 18 do Estádio da Luz
Homenagem realizada pelo Clube
Béla Guttmann confirmou fama europeia de um Benfica de Glória
O Sport Lisboa e Benfica homenageou, hoje, sexta-feira, dia 28 de Fevereiro de 2014, dia do seu 110.º Aniversário, o treinador húngaro, Bicampeão Europeu (1960/61 e 1961/62), Béla Guttmann.
No âmbito da cerimónia, a comitiva húngara foi recebida pelo vice-presidente do Clube, Rui Gomes da Silva, no Camarote Presidencial do Estádio da Luz. Seguiu-se uma visita ao Museu Benfica-Cosme Damião, com a cerimónia oficial de descerramento de uma Estátua em bronze fundido alusiva ao momento, sita na Porta 18 da Catedral, a encerrar o evento.
Rui Gomes da Silva refere que "esta homenagem a Béla Guttmann, com a inauguração da sua estátua, perpetuando a sua memória com a reprodução da imagem porventura mais conhecida e mais significativa da sua passagem pelo Benfica (exibindo as duas Taças dos Campeões Europeus, que, como Treinador, ganhou), estava agendada, desde há muito", sendo este o momento escolhido para o efeito.
Béla Guttmann é considerado um dos melhores treinadores de Futebol do Mundo, com o qual o Sport Lisboa e Benfica teve o privilégio de se cruzar no início dos anos 60.
Foi com ele que o Clube se consagrou com dois títulos consecutivos na Taça dos Clubes Campeões Europeus (TCCE), feito inédito, ainda hoje, no Futebol português!
Portanto, como referiu Rui Gomes da Silva, esta é “uma homenagem a Béla Guttmann pelo que fez, pelo que ganhou, pelo que disse e pela capacidade que teve de transformar sonhos em realidade!”
O Benfica, com Guttmann, iniciou uma sensacional carreira internacional, levando o Futebol português aos mais consagrados estádios mundiais e merecendo de todos os adeptos do Futebol os mais rasgados elogios.
Béla Guttmann é um dos nomes históricos que marcou a História do Sport Lisboa e Benfica, engrandecendo-a com Mística e títulos.
Esta é uma homenagem merecida e que hoje, apesar de ser um dia de emoções díspares se concretiza, como referiu o vice-presidente, Rui Gomes da Silva: “Com tudo o que isso representa, no futebol, como na vida, que, mesmo num dia de luto, de duplo luto, não nos impediu, de, em nome do Presidente do SLB, dos órgãos sociais do Clube e da esmagadora maioria, senão a totalidade, dos Sócios, aqui prestarmos homenagem a uma das suas maiores figuras, nestes 110 anos de História que hoje se completam: Béla Guttmann!”
DEZ DATAS IMPORTANTES DE BÉLA GUTTMANN
Data Idade Acontecimento
13.Mar.1900 -- Nascimento em Budapeste (Império Austro-húngaro)
30.Ago.1959 59 Estreia-se como treinador no Benfica
15.Mai.1960 60 Campeão Nacional
23.Abril.1961 61 Bicampeão Nacional
31.Mai.1961 = Campeão Europeu
02.Mai.1962 62 Bicampeão Europeu
08.Jun.1962 = Saída do Glorioso
28.Ago.1965 65 Regresso ao Clube
27.Mar.1966 66 Último jogo como treinador do Glorioso
Markovic matador quando salta do banco
Markovic matador quando salta do banco
MARCA MAIS GOLOS COMO SUPLENTE UTILIZADO
Lazar Markovic insiste em deixar a sua marca nas partidas do Benfica, quer entre de início ou seja lançado por Jorge Jesus a meio do jogo. O sérvio, que no início do campeonato somava golos como suplente utilizado, continua com essa mesma veia mas tem equilibrado com tentos a titular, dado que se tem afirmado nos onzes iniciais escolhidos pelo treinador encarnado. Ainda assim, os números dizem que Markovic funciona melhor como arma secreta.
Hélder Cristóvão e o Santa Clara: “Queremos mandar no jogo”
Antevisão à 32.ª ronda
Hélder Cristóvão e o Santa Clara: “Queremos mandar no jogo”
O Benfica B entrará em busca do golo e de mais uma vitória em casa. É o que garante o técnico Hélder Cristóvão para o jogo deste sábado, frente ao Santa Clara, na 32.ª jornada da Segunda Liga.
“Queremos mandar no jogo, jogamos em casa. Sabemos que o Santa Clara tem melhorado os seus resultados, mas em casa somos fortes, temos uma dinâmica alta e o que queremos fazer é colocar uma toada ofensiva sem sofrer golos. Vivemos em busca do golo e tentamos fazer mais de jogo para jogo. Temos a meta dos 71 golos da época passada e os adeptos têm sido fundamentais. Temos tido cada vez mais e peço que continuem a vir ao Caixa Futebol Campus e a ter paciência com esta equipa”, começou por dizer à Benfica TV.
Ao final de 32 jornadas, o balanço é positivo. “Creio que o balanço que podemos fazer ao cabo de 32 jornadas é positivo. Apanhámos um grupo de jovens sedentos de chegar ao estrelato. Ainda não chegaram, mas estão próximos de serem reconhecidos pela estrutura do Clube. O que temos feito ao nível da equipa B deixa-nos satisfeitos”, assegurou.
«Fico satisfeito por sermos o melhor ataque do campeonato»
O treinador do Benfica B mostrou-se satisfeito com a prestação ofensiva da equipa, que leva 62 golos em 31 jogos realizados esta temporada.
«Fico satisfeito por sermos o melhor ataque do campeonato. É fruto do trabalho que tem sido posto em prática. O grupo tem qualidade e cabe-me dar-lhes mais ferramentas para serem ainda melhores. Os processos estão assimilados e jogamos fora como fazemos em casa», disse Hélder Cristóvão na antevisão ao jogo deste sábado (14 horas) com o Santa Clara, no Seixal.
O treinador do Benfica B mostrou-se satisfeito com a prestação ofensiva da equipa, que leva 62 golos em 31 jogos realizados esta temporada.
«Fico satisfeito por sermos o melhor ataque do campeonato. É fruto do trabalho que tem sido posto em prática. O grupo tem qualidade e cabe-me dar-lhes mais ferramentas para serem ainda melhores. Os processos estão assimilados e jogamos fora como fazemos em casa», disse Hélder Cristóvão na antevisão ao jogo deste sábado (14 horas) com o Santa Clara, no Seixal.
O Benfica está agendado para as 14 horas deste sábado, 1 de Março, no Caixa Futebol Campus.
Tottenham: Eusébio às voltas na cama e o inferno de Londres
Tottenham: Eusébio às voltas na cama e o inferno de Londres
A meia-final da Taça dos Campeões Europeus de 1962, tal como foi contada no livro Sport Europa e Benfica
Benfica defronta o Tottenham nos oitavos de final da Liga Europa. No passado de ambos os clubes está a meia-final da Taça dos Camoeões Europes de 1961/62. O Maisfutebol contou essa história, através das recordações dos protagonistas, no livro «Sport Europa e Benfica», publicado em 2006. Estes são os textos do livro sobre a decisão, em Londres, derrota por 1-2 depois da vitória por 3-1 na primeira mão. Depois do Tottenham, o Benfica seguiu para a final e foi campeão europeu.
Pouco depois da uma da manhã, Eusébio desistiu de dar voltas. Irritado, puxou os lençóis, pegou no colchão e atirou-o para o meio do quarto. Simões seguiu-lhe o exemplo. Há mais de duas horas que tentavam dormir, sempre a afundarem-se em camas demasiado moles. Decididamente, aquele hotel londrino não tinha sido feito a pensar em atletas de alta competição. Mais umas horas de insónia e não haveria costas capazes de resistir.
O nervosismo também tinha alguma coisa a ver com o desconforto. Faltavam menos de 24 horas para o jogo mais importante das suas ainda curtas carreiras. E aquele Tottenham impunha respeito. «Estávamos no mesmo quarto e não havia maneira de pregarmos olho naquelas camas esquisitas», conta o extremo-esquerdo, que duas semanas antes marcara o seu primeiro golo europeu, abrindo caminho à vitória por 3-1 sobre o campeão inglês.
Ninguém duvidava de que ia ser o teste mais exigente ao campeão europeu desde a final de Berna. O Tottenham estava carregado de internacionais. E o ambiente seria capaz de envergonhar a palavra inferno. Só mesmo o melhor Benfica para resistir à pressão: «No segundo ano, com as entradas do Eusébio e do Simões a equipa ganhou muito mais força. O Cavém passou para médio de ataque porque o Neto saiu e continuámos a jogar pela Europa de uma forma afirmativa. Jogávamos fora como se estivéssemos em casa, não havia diferença nenhuma», lembra José Augusto, uma das figuras do primeiro jogo.
Bella Guttmann tinha confiança absoluta nos seus jogadores. Mas também sentia que este era um daqueles momentos em que os seus dotes de psicólogo podiam ajudar. «Nesses dias ele só nos dizia “Não tenham medo, preocupem-se com o jogo, eu faço outra coisa”», recorda Simões. O jovem extremo ficou surpreendido quando o técnico ordenou à equipa que entrasse em campo, ainda à civil, hora e meia antes do pontapé de saída. A intensidade da vaia, acentuada pelo «crrr» contínuo das rocas que os adeptos dos «spurs» levavam para a bancada, fez abanar a confiança. Mas funcionou como vacina: os ingleses tinham gasto as munições mais pesadas antes do tempo. E quando o jogo começou já ninguém ficou impressionado com o barulho da multidão.
Depois da eliminação do Nuremberga era claro para todos que este Benfica de segundo ano era mais brilhante que o antecessor. Faltava-lhe, porém, uma demonstração definitiva de carácter e capacidade de sofrimento. Desde o golo madrugador de José Águas, emendando um cruzamento-remate de Simões, até ao apito final do dinamarquês Poulsen, aqueles 90 minutos no White Hart Lane convenceriam o mais severo dos examinadores.
Esse jogo representou também uma das páginas mais brilhantes na carreira de Costa Pereira. Réu assumido na derrota com o Nuremberga, na ronda anterior, o guarda-redes pedira a Guttmann uns dias fora do onze. Com a confiança recuperada, saiu de Londres tendo a Europa a seus pés. José Augusto lembra a personalidade particular do guarda-redes bicampeão: «O Costa Pereira era uma pessoa especial, tinha uma cultura acima da média e sabia colocar os seus problemas de uma forma convincente.» Já Simões tira o chapéu à tarde inspirada do seu número 1: «Esteve fantástico! Eles tinham uns “armários” na frente e bombeavam muitas bolas para a área, no típico estilo inglês, mas isso enquadrava-se perfeitamente na capacidade física e estatura dele. Por isso passou o jogo todo a desfazer cruzamentos a soco, ou a agarrá-los com uma facilidade que os desmoralizava.» Com o inferno a arrefecer, minuto após minuto, o Benfica segurou a derrota por 2-1 e a passagem à final. Os aplausos dos adeptos, prolongados no dia seguinte pelos jornais britânicos, eram a justa consagração para uma equipa capaz de juntar ao talento um temperamento de aço.
Eu estive lá: Mário João, na primeira pessoa
«Foi um jogo muito difícil porque o Tottenham era a melhor equipa inglesa. Tinha homens como o Mckay, o Norman, o Smith, e um interior espectacular que era o Jimmy Greaves, um dos grandes jogadores da altura. A eliminatória foi polémica, principalmente em Londres. Não tinha chovido, mas o campo estava completamente encharcado e o Guttmann ficou furioso. Fisicamente eles eram mais fortes e queriam tirar vantagem disso, mas saiu-lhes ao contrário porque nós fizemos um grande jogo. O ambiente no White Hart Lane foi terrível. De cada vez que íamos marcar um lançamento levávamos com moedas nas costas e o Costa Pereira foi mesmo agredido no final, acertaram-lhe com garrafas e pequenas latas de conserva. Mas os adeptos do Tottenham acabaram por aplaudir-nos, porque realmente fomos superiores. Tínhamos uma vantagem de dois golos (3-1) e marcámos primeiro, pelo Zé Águas. Depois defendemos muito bem, lembro-me que o McKay travou uma guerra imensa com o Coluna. Foi um dos jogos mais difíceis e decisivos da minha carreira. Perdemos o jogo, mas garantimos a segunda final. Para nós, eles eram muito mais fortes do que o Real Madrid e sentíamos que quem passasse aquela eliminatória tinha todas as hipóteses de ser campeão da Europa, como de facto aconteceu.»
Ficha do jogo
Tottenham-Benfica, 2-1
Meia-final – 2ª mão
Data: 5 de Abril de 1962
Estádio White Hart Lane, em Londres (Inglaterra)
Árbitro: Aage Poulsen (Dinamarca)
TOTTENHAM: Brown; Baker e Henry; Blanchflower «cap.», Norman e McKay; Medwin, White, Smith, Greaves e Jones
Treinador: Bill Nicholson
BENFICA: Costa Pereira; Mário João e Ângelo; Cavém, Germano e Cruz; José Augusto, Eusébio, Águas «cap.», Coluna e Simões
Treinador: Bela Guttmann
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: 0-1, Águas (15); 1-1, Smith (34); 2-1 Blanchflower (48 g.p.)
Resultado final: 2-1
Pouco depois da uma da manhã, Eusébio desistiu de dar voltas. Irritado, puxou os lençóis, pegou no colchão e atirou-o para o meio do quarto. Simões seguiu-lhe o exemplo. Há mais de duas horas que tentavam dormir, sempre a afundarem-se em camas demasiado moles. Decididamente, aquele hotel londrino não tinha sido feito a pensar em atletas de alta competição. Mais umas horas de insónia e não haveria costas capazes de resistir.
O nervosismo também tinha alguma coisa a ver com o desconforto. Faltavam menos de 24 horas para o jogo mais importante das suas ainda curtas carreiras. E aquele Tottenham impunha respeito. «Estávamos no mesmo quarto e não havia maneira de pregarmos olho naquelas camas esquisitas», conta o extremo-esquerdo, que duas semanas antes marcara o seu primeiro golo europeu, abrindo caminho à vitória por 3-1 sobre o campeão inglês.
Ninguém duvidava de que ia ser o teste mais exigente ao campeão europeu desde a final de Berna. O Tottenham estava carregado de internacionais. E o ambiente seria capaz de envergonhar a palavra inferno. Só mesmo o melhor Benfica para resistir à pressão: «No segundo ano, com as entradas do Eusébio e do Simões a equipa ganhou muito mais força. O Cavém passou para médio de ataque porque o Neto saiu e continuámos a jogar pela Europa de uma forma afirmativa. Jogávamos fora como se estivéssemos em casa, não havia diferença nenhuma», lembra José Augusto, uma das figuras do primeiro jogo.
Bella Guttmann tinha confiança absoluta nos seus jogadores. Mas também sentia que este era um daqueles momentos em que os seus dotes de psicólogo podiam ajudar. «Nesses dias ele só nos dizia “Não tenham medo, preocupem-se com o jogo, eu faço outra coisa”», recorda Simões. O jovem extremo ficou surpreendido quando o técnico ordenou à equipa que entrasse em campo, ainda à civil, hora e meia antes do pontapé de saída. A intensidade da vaia, acentuada pelo «crrr» contínuo das rocas que os adeptos dos «spurs» levavam para a bancada, fez abanar a confiança. Mas funcionou como vacina: os ingleses tinham gasto as munições mais pesadas antes do tempo. E quando o jogo começou já ninguém ficou impressionado com o barulho da multidão.
Depois da eliminação do Nuremberga era claro para todos que este Benfica de segundo ano era mais brilhante que o antecessor. Faltava-lhe, porém, uma demonstração definitiva de carácter e capacidade de sofrimento. Desde o golo madrugador de José Águas, emendando um cruzamento-remate de Simões, até ao apito final do dinamarquês Poulsen, aqueles 90 minutos no White Hart Lane convenceriam o mais severo dos examinadores.
Esse jogo representou também uma das páginas mais brilhantes na carreira de Costa Pereira. Réu assumido na derrota com o Nuremberga, na ronda anterior, o guarda-redes pedira a Guttmann uns dias fora do onze. Com a confiança recuperada, saiu de Londres tendo a Europa a seus pés. José Augusto lembra a personalidade particular do guarda-redes bicampeão: «O Costa Pereira era uma pessoa especial, tinha uma cultura acima da média e sabia colocar os seus problemas de uma forma convincente.» Já Simões tira o chapéu à tarde inspirada do seu número 1: «Esteve fantástico! Eles tinham uns “armários” na frente e bombeavam muitas bolas para a área, no típico estilo inglês, mas isso enquadrava-se perfeitamente na capacidade física e estatura dele. Por isso passou o jogo todo a desfazer cruzamentos a soco, ou a agarrá-los com uma facilidade que os desmoralizava.» Com o inferno a arrefecer, minuto após minuto, o Benfica segurou a derrota por 2-1 e a passagem à final. Os aplausos dos adeptos, prolongados no dia seguinte pelos jornais britânicos, eram a justa consagração para uma equipa capaz de juntar ao talento um temperamento de aço.
Eu estive lá: Mário João, na primeira pessoa
«Foi um jogo muito difícil porque o Tottenham era a melhor equipa inglesa. Tinha homens como o Mckay, o Norman, o Smith, e um interior espectacular que era o Jimmy Greaves, um dos grandes jogadores da altura. A eliminatória foi polémica, principalmente em Londres. Não tinha chovido, mas o campo estava completamente encharcado e o Guttmann ficou furioso. Fisicamente eles eram mais fortes e queriam tirar vantagem disso, mas saiu-lhes ao contrário porque nós fizemos um grande jogo. O ambiente no White Hart Lane foi terrível. De cada vez que íamos marcar um lançamento levávamos com moedas nas costas e o Costa Pereira foi mesmo agredido no final, acertaram-lhe com garrafas e pequenas latas de conserva. Mas os adeptos do Tottenham acabaram por aplaudir-nos, porque realmente fomos superiores. Tínhamos uma vantagem de dois golos (3-1) e marcámos primeiro, pelo Zé Águas. Depois defendemos muito bem, lembro-me que o McKay travou uma guerra imensa com o Coluna. Foi um dos jogos mais difíceis e decisivos da minha carreira. Perdemos o jogo, mas garantimos a segunda final. Para nós, eles eram muito mais fortes do que o Real Madrid e sentíamos que quem passasse aquela eliminatória tinha todas as hipóteses de ser campeão da Europa, como de facto aconteceu.»
Ficha do jogo
Tottenham-Benfica, 2-1
Meia-final – 2ª mão
Data: 5 de Abril de 1962
Estádio White Hart Lane, em Londres (Inglaterra)
Árbitro: Aage Poulsen (Dinamarca)
TOTTENHAM: Brown; Baker e Henry; Blanchflower «cap.», Norman e McKay; Medwin, White, Smith, Greaves e Jones
Treinador: Bill Nicholson
BENFICA: Costa Pereira; Mário João e Ângelo; Cavém, Germano e Cruz; José Augusto, Eusébio, Águas «cap.», Coluna e Simões
Treinador: Bela Guttmann
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: 0-1, Águas (15); 1-1, Smith (34); 2-1 Blanchflower (48 g.p.)
Resultado final: 2-1
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